Prêmio Luísa Pinho Sartori de Biologia reconhece trabalhos pela conservação ambiental

Equipe ILPS • 22 de janeiro de 2024

Prêmio Luísa Pinho Sartori de Biologia reconhece trabalhos pela conservação ambiental

Mobilizar recursos financeiros para pesquisas acadêmicas na área da conservação ambiental é uma medida fundamental para possibilitar a longevidade desses estudos, bem como os desdobramentos práticos de seus resultados. Da mesma forma, incentivar alunos de graduação a prosseguirem seus estudos e aplicarem seus conhecimentos de forma prática irá assegurar a continuação da pesquisa aplicada à Conservação no Brasil.


É com esse propósito que o
ILPS promove o Prêmio Luísa Pinho Sartori de Biologia, realizado anualmente em parceria com um comitê de universidades do estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, UFRRJ, UNIRIO, PUC, IF e UVA). 


A premiação é uma forma de perpetuar os sonhos de
Luísa, criando condições para que alunos de graduação da área de Ciências Biológicas possam encontrar soluções inovadoras e romper paradigmas em relação à preservação do meio ambiente. 


A iniciativa reconhece trabalhos desenvolvidos por esses estudantes, priorizando pesquisas que englobam o
manejo de biodiversidade e conservação de populações, espécies e ecossistemas. Além da Biologia, também são considerados estudos de Medicina Veterinária, Oceanografia, Gestão Ambiental e áreas correlatas. 


Os vencedores recebem premiações em dinheiro, divididas entre 1º, 2º e 3º lugar, além de um certificado atestando a participação.


Inscrições

Para participar do Prêmio Luísa, é necessário estar matriculado em cursos de Ciências Biológicas ou áreas afins, a nível de graduação, em universidade no Brasil.


Docentes de diversas instituições de ensino compõem a comissão julgadora do prêmio, que seleciona os melhores trabalhos inscritos em cada edição. Além de um artigo estruturado de acordo com as diretrizes do edital, também é solicitada a defesa do trabalho, que consiste em uma uma apresentação oral de 10 minutos.


Para selecionar os ganhadores, são considerados critérios relacionados à relevância, metodologia, resultados, discussão e originalidade das pesquisas apresentadas, assegurando que o reconhecimento seja entregue às produções acadêmicas mais amadurecidas e assertivas entre os participantes. 


No ano passado, o primeiro lugar ficou com a estudante Carolina Nery Gonçalves, da UFRJ, com o trabalho sobre a aplicação de dispositivos genéticos para conservar espécies ameaçadas de extinção. Já em 2022, a vencedora foi Larissa Vidal Melo, também da UFRJ, com o trabalho sobre a importância de refúgios acústicos efetivos para o boto-cinza.


As datas de abertura de inscrições e outros detalhes sobre a premiação são sempre divulgadas no
Instagram oficial do Instituto e via edital, acessado pelo site, geralmente no segundo semestre do ano. 


O Prêmio Luísa é viabilizado única e exclusivamente pelas doações realizadas ao ILPS. Para saber como colaborar com esta iniciativa e outros projetos,
clique aqui



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